Do Opinionator, NY Times:

Se você mora na América do século 21 você provavelmente já ouviu muita gente te dizer o quão ocupadas elas estão. Já se tornou a resposta padrão quando você pergunta para alguém como ela anda: “Ocupado!” “Muito ocupado.” “Loucamente ocupado.”. É, obviamente, um vangloriar-se disfarçado de reclamação. E a resposta vem como uma celebração: “Se está ocupado está bem”, ou “Melhor que o contrário”.

E mais para frente no texto:

Ócio não é só um descanso, uma indulgência ou um vício; é indispensável para o cérebro da mesma forma que vitamina D é para o corpo, e desprovidos de ócio nós sofremos uma aflição mental tão prejudicial quando o raquitismo. O espaço e o silêncio que o ócio permite são condição necessária para dar um passo para longe da sua própria vida e vê-la como um todo, para fazer conexões inesperadas – e, paradoxalmente, necessário para conseguir trabalhar. O “Eureka” de Arquimedes no banheiro, a maçã de Newton: a história está cheia de estórias de inspiração que surgem em momentos de ócio e sonho.

Então antes de começar a trabalhar mais que a Palmirinha em ceia de natal, pare tudo que está fazendo, coloque seu fone de ouvido e permita-se um momento de ócio. 17 minutos para você não se preocupar com nada.

http://www.youtube.com/watch?v=FN3RwPyUe2U

Boa semana!

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