Se você se hospedar no Aloft Hotel lá em Cupertino (CA) e pedir um sanduba no quarto, vai ser atendido por um robô.

Ao chegar ao seu quarto, ele liga no seu telefone. E sabe quando você abriu a porta porque tem uma câmera. Através de uma tela ele conversa com o hóspede (e uns sonzinhos simpáticos para você não achar que está sendo atacado por um alienígena) e já abre um compartimento na parte superior, onde carrega pequenos objetos ou snacks. Coisas pequenas, tipo iogurte, uma toalha… não vai pedir aquele Fettuccine Alfredo porque senão vem uma pessoa mesmo.

É um “BOTLR” (mistura de robot e butler, mordomo em inglês). O nome desse ancestral de R2-D2 é SaviOne, que já está circulando de forma autônoma e na mesma velocidade de uma pessoa, pelos corredores e elevadores do Aloft como parte de um programa piloto.

“Me larga! Me larga! O 2234 tá me esperando!”

Além do aspecto da inovação e da tecnologia, vai ser divertido acompanhar como será essa interação entre robôs e hóspedes, principalmente enquanto ainda é novidade. Crianças devem subir no coitado, selfies serão clicadas à exaustão e a receita do hotel com o serviço de quarto deve quintuplicar. É um dos primeiros encontros “não-planejados” e “não-esperados” entre um robô e seres humanos (uma coisa é encontrar um robô em uma feira de tecnologia, outra é abrir a porta e dar de cara com ele), do mesmo jeitinho que aconteceria em algum episódio dos Jetsons.

O objetivo da empresa é espalhar seus BOTLRS pra valer à partir do começo do ano.

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